". . . Quando sou fraco é que sou forte."                  Indique esse texto a um amigo...

Às vezes nos deparamos com situações que nos dão a perfeita sensação de impotência.
Nestes momentos de nada adiantam as ajudas materiais: influência, poder, conhecimento...   dinheiro!
Se conseguirmos dar um passo à frente neste caminho perceberemos que a nossa incapacidade pode nos abrir portas para uma nova e grande experiência:
A experiência com Deus em nossas vidas.
Costumamos colocar toda a nossa confiança em coisas que pensamos serem seguras ou que podem promover segurança.
Pobres de nós que confiamos tanto no que vemos que assim restringimos a nossa visão. 
Colocamos toda a nossa confiança na lógica e no mérito pessoal. 
Sentimo-nos ...Deuses! 
E assim vamos nos iludindo e fazendo de tudo para não deixar a peteca cair...
Como se isso dependesse apenas de nós. 
Achamos que sim. 
Somos mesmo muito vaidosos e estamos mesmo muito distantes de perceber com simplicidade a maravilha que a vida é. 
Quanto mais nos sentimos o centro, mais simplicidade vamos perdendo. 
Apego, medos e peso são o que nos resta. 
Quando caímos, perdemos, ou nos vemos sem saída (aí se dá a oportunidade de uma grande descoberta).
Andamos brincando de Deus por todo o tempo!
Há uma outra maneira de viver:
Menos estressante,  menos premeditada e dura.
Podemos viver deslizando como um barco à vela num mar sereno de ventos calmos.
Há que ser experimentado.
A cada dia, a cada momento surge um convite:
“São muitos os convidados. Quase ninguém tem tempo.”
Precisamos perder o medo, nos deixar guiar...enxergarmos o que nos dizem as entrelinhas do dia a dia.
Perder o medo de errar, de fracassar, ...de ser.
Não somos importantes como pensamos.
Não controlamos nada da vida.
Vamos relaxar, deixar as sujeiras escondidas debaixo do tapete aparecerem.
Tratar as feridas com humildade e responsabilidade.
A quem estamos querendo impressionar?
“Veja você que, no final das contas, é entre você e Deus.
Nunca foi entre você e eles.”
Que Deus tenha paciência conosco de nos dar infinitamente os alertas e as
oportunidades de percebermos que tudo pode ser diferente.

 

 

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