Brigamos, brigamos e brigamos.
Às vezes fazemos, fazemos e fazemos.
Como é difícil parar e encarar.
Brigar é mais fácil do que assumir.
Fazer, brigar, reclamar, lamentar nos tira do foco ...
Alivia!
Nessas horas, o outro ajuda um bocado a aliviar tensões.
Ajuda?!
Precisamos começar a valorizar a reflexão, a meditação, o
autoconhecimento,
ou ficaremos eternamente apenas brigando com as sombras.
Atribuiremos aos outros culpas e responsabilidades que,
aparentemente, podem nos ajudar de alguma forma.
Mas, no fundo, estaremos é perdendo oportunidades de agüentar as
pressões
e sentir o que elas estão precisando nos dizer.
Passaremos a bola, priorizaremos demais a resolução de problemas.
Passaremos a “batata-quente” para alguém, na tentativa vã de aliviarmos
as pressões que nos incomodam ou ameaçam.
Restará saber onde chegaremos assim.
Como atingiremos de fato o bem-estar, a felicidade e o clímax se estas
coisas
dependem de um caminho interno,
De ultrapassar barreiras (progressivamente)?!
Precisaremos perder o medo do sofrimento,
encarar as situações como matérias-primas
e ganhar o gosto pelo crescimento pessoal acima de tudo,
inclusive, da vontade de sermos felizes.
O máximo mesmo seria mesmo não precisarmos de nada em especial
para estarmos bem.
Sermos, apenas: Desapego... de idéias, de tudo
... Libertação!