Estamos mais acostumados a
buscar o prazer imediato do que a felicidade verdadeira.
Para isto há diversas “receitas de bolo”, todos estamos sempre
interessados.
Mas para a felicidade eterna somos todos convidados embora poucos os
dispostos a aceitar o caminho.
Este caminho necessário compreende muita consciência sobre as coisas,
renúncias, desapego, humildade... amor à Deus, mais do que à qualquer
coisa.
Se entendermos isto na prática, mudaremos todo o nosso referencial. O
amor passará a ser o nosso referencial.
O amor à Deus, que nos fará amar a todos como a nós mesmos.
Se então houver esta mudança tudo terá novos valores... um novo
significado.
Já não nos mataremos para conseguir tão somente, nossos objetivos
egoísticos.
Lembrar-nos-emos sempre de alguém com quem poderíamos estar repartindo
nossas coisas.
Idealismo?! Pode ser.
Uma coisa é certa, tudo isto parecerá uma eterna dúvida com cara de
contra mão da vida.
Assim é a Fé, impossível e simplista quando explicada...
Um milagre quando experimentada.