Nossa sede de destaque e de brilho nos faz querer voltar à condição de
centros do mundo.
Competimos e movimentamos as coisas em nossas vidas sem perceber que
vamos destruindo os outros, por acharmos que assim, de fato,
apareceremos.
É claro que negaremos isso. Talvez nem sejamos conscientes disto.
"Mas todos somos parte de um mesmo corpo.
A orelha não poderá estar feliz se o pé estiver mal"
Enquanto não entendermos isso não ficaremos bem.
Acabaremos nos destruindo por não nos desligarmos dos outros pelo mal
que nos fizeram sentir com o seu êxito.
Dentro de nós, entretanto, há como que uma programação tão original
quanto a da inveja.
É algo que nos faz lembrar que só chegaremos lá JUNTOS: Somos todos
iguais! Isto pode nos atormentar ou simplesmente nos relembrar desta
nossa natureza equivalente.
Nossa sede de sucesso, fama e poder nos torna doentes da alma.
Solitários... Transeuntes...
Mas como estar em paz, se quando nos sentimos beneficiados não dividimos
os lucros com ninguém?
Sim, a vida pode ter-nos brindado com uma fortuna, mas cabra a nós a
escolha do que fazer com ela.
Podemos gozar de uma audição privilegiada enquanto há tantos surdos...
mas podemos partilhar nossos dons, ajudá-los a ouvir.
Mas lembremos SEMPRE: " Se não tiver sido por amor, de nada terá
adiantado!"
Por outro lado, "aquele que receber um talento e o guardar com medo de
perdê-lo, sem procurar desenvolvê-lo ou multiplicá-lo, acabará ficando
sem nenhum. Enquanto o que receber dois, aplicá-lo e conseguir mais
dois, receberá ainda mais."
É fácil ficarmos na preguiça ou na auto-piedade,
Invejarmos ou simplesmente admirarmos os outros.
Temos é que nos desenvolver.
Parar de tão somente olhar a grama mais verde do vizinho. Crescer...
amar!
CRESCER NO AMOR!
Amar mais para crescer SEMPRE!
"O amor leva nossos corações para mais longe..."
Muda nossas metas e ambições.
Fomentamos a inveja quando nos movemos para longe deste caminho,
Quando vivemos tão somente para os nossos instintos e paixões egoísticas