Universalizando a linguagem!                                     Indique esse texto a um amigo...


Essa história de discutir por causa de religião é uma tremenda perda de tempo...
É claro que cada um terá sua própria forma de sentir e de lidar com a vida.
Mas porque não tentarmos universalizar nossa comunicação? Minimizar nossas barreiras? Quebrar as idéias pré-concebidas?!...
Somos importantes, uns para os outros. Instrumentos!
Uns em perfeitas condições, outros quebrados, outros empenados e assim por diante...
Somos todos fundamentais notas musicais dentro de uma mesma harmonia.
Cada nota tem seu timbre, sua função, sua beleza.
Nem sempre bem vindas ao ouvido, mas todas igualmente necessárias.
É verdade que cada nota desafinada poderia ser melhor trabalhada.
Mas nem sempre quem desafinou percebeu o que fez... e acaba ferindo o ouvido alheio.
Temos que apurar nossa audição ou morreremos achando que música clássica não está com nada! Se nos acostumamos somente a um estilo e nele nos fechamos não teremos ouvidos para nenhum outro...
A sintonia é fina. Sutil!
Se estivermos apenas atrás de fazer o que os nossos instintos clamam, não sintonizaremos as coisas mais sutis.
Estas nos pedem muito mais do que a nossa natureza bruta nos fornece.
Elas nos pedem um ressurgir .
Morrer para o nosso eu antigo e renascer como uma nova pessoa.
Se vivermos apenas para  os nossos apetites carnais seremos por eles devorados.
Se aspirarmos as coisas mais sutis, viveremos eternamente!
Tudo o que é carne morrerá com a carne.
Não se morre apenas quando o cérebro pára de funcionar, mas quando deixamos de acreditar e de ter esperança para não sucumbir frente aos obstáculos da vida.
Viver é mais do que permanecer vivo...
É sentir a beleza de estar vivo,
É ser grato por reconhecer as maravilhas mesmo na adversidade,
É perceber que somos muito pequenos diante da Vida, do curso das coisas a despeito
do nosso empenho e seriedade.
Somos visitas.
Se verdadeiramente quisermos perceber e viver este caminho de transformação e vida precisaremos afinar os nossos instrumentos.
Se não entendermos de “música”, precisaremos ao menos iniciar um curso para aprender esta via de comunicação, ou tudo passará desapercebido.
Não distinguiremos as nuances mais grosseiras quanto menos as mais sutis.
Sem afinarmos os instrumentos poderemos todos estar tocando cada um em um tom sem nem mesmo perceber o desencontro, ou ainda achar que foi o outro quem desafinou.
O que importa não é saber tocar direitinho, mas tornar-se cada vez mais capaz de discernir as nuances...
De aprender mais sem reclamar tanto... continuar, descobrir o que antes não se podia por causa das barreiras do pré-julgamento.
Apreciar, colaborar... relaxar!
 

 

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