Pré-conceito: um julgamento, não a verdade         Indique esse texto a um amigo...


Quanto medo existe dentro de nós que nos faz concluir apressadamente e afastar para bem longe a experiência viva que nos faria transformar!
Tudo o que faz parte daquilo que não nos é natural, idéias, pensamentos ou comportamentos, colocamos um carimbo em cima e despachamos.
“Não sou eu que estou errado, portanto nada tenho a fazer. Que o outro melhore!”
... E lavamos as mãos.
Será que aquela situação pediria de nós tão somente uma repreensão ao outro?!
E conosco, de que forma atuou? Se é que nos deixamos mexer e pensar a partir da situação em questão...
Deixamos para lá? 
Não que nos caiba resolver tudo, mas será que não estaremos apenas evitando entrar em contato com coisas difíceis para nós, com áreas de nossa personalidade que temos mais dificuldade e por isso nos fechamos? 
Não estaremos bancando os donos da verdade e faltando com a prática do amor?
“Amai-vos uns aos outros!”
De que adianta estarmos CERTOS se nossas atitudes desanimam os outros?!
Se não os respeitamos por suas diferenças?!
Se fazem com que tenham  uma idéia desvirtuada do que dizemos e pregamos?! 
Se os fazemos questionarem o sentido da vida  com nossas atitudes críticas e indiferença?!
“De que vale ao homem ganhar o mundo se perder sua alma...”
“ ... De nada terá adiantado coisa alguma que tivermos feito se tiver faltado o amor.”
 

 

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