"Vão-se os anéis, ficam os dedos!"                                   Indique esse texto a um amigo...


Quanto mais se tem, mais se quer.
Ou seria, quanto mais se tem mais se teme?
Isto de alguma forma tem a ver com medo de cair, de sofrer,... medo de morrer.
Como tememos a vida!
É que vivemos para os nossos propósitos.
Sentimos que somos o CENTRO de tudo.
E quando algo nos contraria, ...ficamos loucos:
Loucos de raiva, de tristeza ou de medo?
Não sabemos perder.
Aliás, o conceito de perder se dá em oposição a ganhar, ter... poder.
Por quê somos tão pretensiosos, arrogantes ou medrosos?
Quando os anéis se vão, logo corremos atrás das providências.
Nem absorvemos o impacto, nem sentimos as dores associadas à situação.
...E lá estamos nós querendo tapar o sol com a peneira.
Perdemos o ensinamento.
Passamos batidos pela chance de renovação, de vida nova.
Queremos apenas recuperar o que é nosso, para vivermos felizes (e amedrontados) para sempre...
Como ser feliz assim, nesta cegueira?
Como vencer a prova se não percebemos as dicas e os recursos ao longo do caminho?
Na perda, na falta, conseguimos baixar a bola e entender como os outros se sentem naquela mesma situação.
Mas se buscarmos negar que a situação tenha acontecido, seguiremos no automático, certos de que o melhor caminho é reforçar as defesas.
E a providência divina, onde entra?
Contar com Deus, ao invés de sentir-se Deus?
Seria preciso muita fé, não é?
Confiar tanto a ponto de não se tornar violento, ainda que com razão.
De ser um guerreiro,... embora pacífico.
Entregar-se tanto a ponto de não se desesperar.
Acreditar na experiência como um presente.
Lembremo-nos: “Estamos neste mundo, mas não somos deste mundo.”
“A carne é fraca”, por isso, “aumenta, Senhor, a nossa fé!”, caso contrario, seguiremos mortos em vida...
Arrogantes dignos de pena.


 

 

 

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