Mesmo os que não acreditam em
Deus costumam surpreender-se com as coincidências ou ...a sorte.
Ficam felizes, suspiram aliviados.
É claro que a resposta mais humana é alegrar-se pelo não sofrimento, se
não houver uma busca maior, uma suspeição já iniciada de que não somos o
CENTRO de tudo.
Mas, ainda assim, existem situações que nos deixam com “a pulga atrás da
orelha”.
É claro que temos medo do que não conhecemos.
Medo de perceber que a nossa vida não dá “certo ou errado” apenas pelo
nosso belo e único esforço pessoal.
... E TUDO pode mudar de uma hora para a outra, a despeito de estarmos
dando o máximo, sem nenhuma explicação!!!
E com isso o mais comum é nos aproximarmos mais ou menos desse Deus,
dependendo da mãozinha que Ele nos der.
Não percebemos sua comunicação conosco: as tais coisas certas em linhas
tortas...
Não percebemos as pistas!
Acalmemo-nos para que no tempo certo possamos nos aproximar mais disso
tudo.