"Perdoar é muito amar."                                  Indique esse texto a um amigo...

Perdão é um ato de amor, de generosidade... de humanidade.
Só quem se reconhece humano, falível, consegue compreender a naturalidade do perdão. 
Do alto de nosso orgulho, achamos que é insensato conceder o perdão a alguém.
“Não fui eu que errei.”
Não vemos com naturalidade os acertos nem os erros.
... JULGAMOS!
Supervalorizamos os nossos parâmetros e mágoas e nos fechamos neles.
Sem perdoar, paralisamos a vida.
Não perdoamos a nós nem a ninguém! 
Empacamos. Adoecemos. 
Como é possível viver bem sem perdoar?
Como é possível viver sem perdoar-se?
Todos precisamos perdoar e ser perdoados... não somos perfeitos.
Temos  que aprender a seguir em frente, a conviver. 
Não banalizar o erro, mas sair do pedestal, da redoma protetora e aprender a cada momento o que só vivendo o conseguiremos: amar e desenvolver atitudes mais solidárias, mansas.
Não somos nada, mas não lembramos disso. Iludimo-nos com os valores transitórios da vida.
Perdemos a simplicidade e só pensamos em reivindicar direitos.
Amar a quem se tem apreço é fácil.
E amar o inimigo, o chato, aquele que criticamos?
Se não o conseguirmos, eles se tornarão os nossos grilhões.
Por que não refletir sobre a sugestão contida na Oração de São Francisco?
“Senhor, fazei que eu procure mais:
Consolar que ser consolado,
Compreender que ser compreendido,
Amar que ser amado,
Pois é dando que se recebe,
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.”
“Perdoar é muito amar”.
O perdão é mais importante do que a razão.
O perdão é amor.
A regra às vezes só serve para fundamentar e suprir a nossa vontade.
Distanciamo-nos uns dos outros, divididos em certos e errados, enquanto o principal objetivo deveria ser a paz e a união.
... “Perdoar é muito amar”

 

 

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